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Quais são os tipos de geração de energia solar

Para entender melhor cada etapa do processo de fornecimento de energia elétrica para residências e empresas, é fundamental conhecer os diferentes tipos de geração de energia disponíveis.

Aqui trataremos sobre os tipos de geração de energia, incluindo renováveis e não renováveis, e descreveremos como elas diferem neste artigo.

Vamos lá?

Importância da energia

Atualmente, é impossível imaginar um mundo sem eletricidade, seja para aquecimento, iluminação, computadores ou chuveiros.

As teorias e métodos utilizados para aumentar o uso e a acessibilidade da energia foram aprimorados pelos humanos ao longo do tempo. Como resultado, mais pessoas estão usando dispositivos eletrônicos como ventiladores, aquecedores, computadores, telefones e outros aparelhos.

Com isso, tanto recursos renováveis quanto não renováveis são utilizados na produção de energia, como usinas hidrelétricas, nucleares, termelétricas. Eles obtêm a matéria-prima natural e a convertem em energia para atender a uma variedade de necessidades humanas.

No entanto, o meio ambiente e as pessoas são frequentemente prejudicados por esse processo de produção de energia. Isso se deve ao fato de que muitas plantas liberam gases e resíduos tóxicos na atmosfera, levando a uma variedade de problemas, como a contaminação da água, do ar e da terra, além da disseminação de várias doenças.

O que é energia solar?

A energia solar, como você já deve saber, é uma fonte de energia limpa e renovável que gera eletricidade por meio da coleta de luz, radiação e energia térmica. Sua popularidade aumentou nos últimos anos e, com o sol o ano todo no Brasil, essa forma de geração de energia tem potencial para crescer muito mais.

Ao mesmo tempo, o aproveitamento da energia solar proporciona potencial de crescimento econômico em regiões semiáridas, onde a incidência do sol é ainda maior do que nas demais regiões.

As implicações sociais e financeiras são enormes, pois esses locais têm um longo histórico de pobreza e secas periódicas que encarecem as contas de energia convencional (geralmente de origem hídrica).

Além disso, a energia solar pode ser convertida em energia elétrica, térmica ou heliotérmica por uma variedade de sistemas de captura.

Como funciona a geração de energia solar?

Os sistemas de micro ou minigeração distribuídos devem ser instalados na localidade de cada cliente e o proprietário da unidade consumidora deve escolher o percentual de energia excedente alocado para cada cliente participante.

Desde que sua solicitação seja feita por escrito pelo menos 60 dias antes da aplicação da alteração, você pode solicitar que o distribuidor faça a alteração para você.

Caso possua várias unidades consumidoras ou geração compartilhada, a solicitação deverá ser acompanhada da cópia de um documento legal que demonstre seu compromisso de trabalhar em conjunto.

A solicitação de acesso deve ser acompanhada de cópia do documento legal que comprove o compromisso de solidariedade dos associados no caso de unidades consumidoras múltiplas e geração compartilhada de energia.

Não devem ser considerados os gastos de quaisquer melhorias ou reforços nos sistemas de distribuição apenas devido ao link de microgeração distribuída no cálculo da contribuição financeira de um cliente.

Os consumidores que tenham alugado ou arrendado imóvel onde tenha sido instalado sistema de microgeração ou minigeração distribuída, e o valor do aluguel ou arrendamento seja expresso em reais por unidade de energia elétrica, não podem ser incluídos no sistema de remuneração da distribuidora pelo uso de energia elétrica.

Geração junto à carga

Houve uma época que esta energia era a forma mais básica de geração distribuída.

Para aqueles clientes que desejam que sua eletricidade seja gerada bem local de consumo, esta é uma opção interessante.

Em outras palavras, a UC (Unidade Consumidora) e a distribuidora possuem o mesmo ponto de conexão de energia para o sistema de geração deste consumidor.

Para ser mais específico, nesta abordagem, apenas a unidade onde o projeto será implementado será elegível para obter os benefícios do crédito de energia.

Por exemplo, o telhado de alguém está equipado com um sistema fotovoltaico (PV).

Essa pessoa muitas vezes simplesmente deseja compensar a energia utilizada no endereço que consta em seu cartão de CPF.

Dessa forma, toda a energia gerada pelo sistema de alguém será usada para compensar o uso da sua casa.

Autoconsumo remoto

O autoconsumo remoto permite que os brasileiros geram sua própria eletricidade em suas casas e empresas usando fontes renováveis.

Além dos benefícios ambientais, a geração distribuída de energia pode ser convertida em créditos, o que pode reduzir o custo da eletricidade em até 95%.

Um indivíduo com dois ou mais imóveis pode se tornar um micro ou minigerador de energia distribuída e dividir o crédito de energia em ambos, desde que localizados na mesma região de distribuição. Esta é uma das três modalidades de geração compartilhada.

Por exemplo, um sistema fotovoltaico em um local pode compensar o valor de uma conta de energia elétrica em outro local, desde que ambos os locais estejam dentro da rede de uma única distribuidora, conforme estabelecido na Resolução Normativa nº 687/2015 da ANEEL.

Considere o seguinte cenário: um usuário possui uma propriedade na praia e um apartamento. Um sistema de energia solar fotovoltaica pode ser instalado na casa de praia e os créditos de energia podem ser usados para alimentar o apartamento.

Cooperativa

A instalação de um sistema fotovoltaico por um grupo de pessoas (consumidores) é chamada de cooperativa de energia solar. A geração distribuída garantirá que todos os membros da cooperativa tenham igual acesso ao sistema.

Em primeiro lugar, você precisará localizar aqueles que compartilham seu entusiasmo pela construção de uma usina fotovoltaica no local. Por exemplo, você pode rastrear candidatos em potencial em áreas remotas ou comunidades privadas.

Também é uma boa ideia verificar quanto cada membro da cooperativa está realmente usando. Para garantir que a distribuição de cotas seja precisa, determine o uso médio de eletricidade de cada participante.

Esteja atento às leis do Brasil, especialmente as listadas aqui.

  • No país, o Cooperativismo é regido pela Lei 5.764/1971.
  • A Resolução Normativa 482/2012 da ANEEL controla o acesso aos sistemas de distribuição de energia elétrica para microgeração e minigeração distribuída;
  • A Lei 687/2015, da Aneel, trouxe melhorias à regulamentação anterior, como modificar a validade dos créditos e permitir a instalação de geração distribuída em condomínios e o desenvolvimento da geração compartilhada, que abrange tanto cooperativas quanto consórcios.

Enfim, escolher a empresa certa para implementar seu sistema de energia solar também é fundamental, garantindo que a cooperativa seja funcional e tenha um bom desempenho em todos os momentos.

Geração em condomínios

O modo de geração que utilizamos pode ser encontrado em empreendimentos que incluem diversas unidades consumidoras e que, em essência, nada mais são do que condomínios residenciais ou comerciais.

Nesse modelo, os participantes (proprietários) também se unem para investir em um sistema central; mas, nesta situação, o sistema é implantado in loco, ou seja, em local público dentro da empresa.

Além de gerar créditos que serão pagos aos condôminos na proporção de sua participação e utilizados por eles para reduzir o consumo de suas respectivas unidades, o sistema pode ser construído para atender áreas de uso comum do condomínio (casas, lojas, etc.).

Este método tem ampla aplicação na construção de condomínios residenciais, edifícios comerciais e shopping centers.

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