Aspectos econômico e ambiental motivam o investimento em energia fotovoltaica

Muito além da economia com a conta de luz, diversos são os motivos que levam as pessoas a investirem em energia renovável. Ao seguir esta lógica, muitas empresas estão apostando na energia solar como aliada do desenvolvimento sustentável, principalmente quando o assunto são sistemas compostos pelos painéis fotovoltaicos. Já reconhecida como referência sul-americana em nozes e nogueiras-pecã, a Divinut, de Cachoeira do Sul, busca ser modelo em cuidados com o meio ambiente e exemplo para a comunidade e para os mais de três mil produtores ligados à empresa. Entre as diversas ações sustentáveis da indústria está uma microusina de placas fotovoltaicas.

Os painéis solares não poluem o meio ambiente, visto que a geração de energia limpa evita a emissão dos gases que causam o efeito estufa e que influenciam diretamente no aquecimento global. As características tornam a energia do sol renovável, sustentável e econômica. Com todos estes fatores, de acordo com o diretor da Divinut, Edson Ortiz, as motivações em investir no sistema são duplas, tanto no aspecto ambiental, quanto econômico. “A empresa busca ações de sustentabilidade, entendemos que este é o futuro, e o tipo de clientes que nós vendemos, e as pretensões de exportações para a Europa também, elas apontam uma necessidade de cuidados ambientais”, destaca.

Quando Ortiz se refere ao outro aspecto, o econômico, ele explica que a indústria chegou a ter contas de luz mensais próximas a R$ 10 mil. “Com a geração de energia solar pagamos apenas uma taxa, que gira em torno de R$ 400. Isso é muito animador”, salienta. A microusina possui 181 módulos de geração de 61,64 kWp de potência. O sistema está em operação desde setembro de 2019, o que tornou a empresa desde então, autossuficiente. As placas solares foram instaladas no pavilhão de trabalho, o que as tornam isolantes e, por consequência, amenizam a temperatura do ambiente.

Projeto – O projeto da Divinut é da santa-cruzense Solled Energia, uma das maiores do setor no Estado. A empresa, que completa 10 anos em 2021, conta com 1.579 microusinas ligadas à rede no Rio Grande do Sul, o que gera uma potência instalada de 37MW (Megawatts) e representa uma redução na emissão de gás carbônico (CO²) de 5,2 mil toneladas. Conforme Ortiz, eles tiveram ofertas de várias empresas. “Nesta análise, em termos de credibilidade, referência, suporte, expertise, métier, nós preferimos então montar esse projeto com a Solled”, completa.

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